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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Domingo de Carnaval 20h30

Horário de verão, temperatura amena - o convite é irrecusável: que tal uma volta à lagoa do Taquaral.
Pouca gente neste dia. Campinas, como outros grandes centros, onde o carnaval não é o carro chefe do turismo, como o Rio, Salvador, etc. se esvazia.
Passamos pela Concha Acústica, onde o Maestro Benito Juarez, realizava belas e concorridas apresentações. Pude observar que o palco tem dimensões que comportam grandes eventos, musicais, com grandes bandas, teatrais ou até mesmo palestras, onde o palestrante necessita se movimentar muito para levantar a sua platéia. Existem até camarins, sabiam? Ou coxia, como queiram.
Ainda preciso me informar sobre a capacidade das arquibancas pois confesso que não sei até hoje.

Continuando a caminhada, mais longe à direita da pista, o Circo do ator da Globo, o Marcos Frota. Se não estou errado a lona está lá desde o aniversário de Campinas. Porque tanto tempo? O curioso é que vi gente por lá uma única vez em todo esse período. E posso dizer que sou um frequentador bem assíduo do Parque. O que se percebe, salvo engano, é que o Parque é sub-utilizado.

Localização privilegiada, dimensões invejáveis, belos cenários com água, árvores e muito espaço verde - e no entanto nenhum grande evento, cultural, por exemplo, que faça juz a este patrimônio único da cidade de Campinas. Talvez fosse o caso de conhecer melhor (alguém dispõe?) das idéias do doador/fundador do parque. Quem poderíamos nos inspirar de seus projetos iniciais.

Continuando a caminhada, aproximando-se da caravela atolada (desculpe, atolada ela sempre foi), vamos dizer "colocada a seco" (desconheço o termo náutico). Bem, chegando por lá, nos vemos obrigados a tomar um desvio. Meu Deus, que mêdo: escuridão total. Não entendo porque, sabendo-se que a posição da Caravela em terra seria do tipo provisória/defintiva, porque não iluminar o desvio? Até os competentes/incompetentes serviços das estradas privatizadas procedem assim, ainda que seja por algumas horas, porque o "orgão gestor" de nosso parque não previu isto? Seria ele mais "orgão" do que gestor? Fica a dúvida.

É arriscado percorrer aqueles cem metros de "breu" nos dias atuais.

De qualquer modo foi uma oportunidade, importante para curtir o Parque e não perder de vista os seus problemas crucias e refletir sobre o seu enorme potencial, por enquanto só potencial, a ser explorado e colocado à disposição de nossa população.

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